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Droga ajuda portadores de lesão medular.(29/09/98)
TORONTO (Reuters) - 28 de Setembro de 1998 - Resultados encorajadores têm sido observados em pacientes com lesão medular crônica após 3 meses de uso experimental da droga 4-aminopyridine.
Segundo reportou o D. Jack Segal, médico do Veteran's Affairs Medical Center, Long Beach, California, os pacientes ganharam em média 1 a 1,5 nos níveis de suas funções neurológicas após 3 meses de tratamento com doses de 30mg/ dia de 4-aminopyridine.
Após uma lesão medular muitos nervos no local da lesão perdem suas bainhas de mielina, o que interfere na condução do impulso nervoso nestas áreas lesionadas. A droga 4-aminopyridine é capaz de ajudar os impulsos nervosos a atravessarem essa região desmilienizada e recuperar algumas funções.
O estudo envolveu 21 pacientes, todos com lesão medular há 2 ou mais anos. Desses, 14 eram tetraplégicos e 7 paraplégicos. Dezesseis pacientes receberam doses de 30mg/dia de 4-aminopyridine e o restante 6mg/dia. Três meses depois, o grupo que recebeu dosagem de 30mg/dia apresentou melhoras tanto nas funções motoras quanto na sensibilidade.
As melhoras não foram apenas estatísticas, mas trouxeram mudanças significativas nas atividades diárias dos pacientes. Alguns pacientes tornaram-se capazes de efetuar a transferência cadeira-cama por conta própria, outros tiveram melhoras na função sexual e outros recuperaram as funções intestinais e da bexiga, reportou o Dr. Segal.
Ocorreram melhoras significativas também na espasticidade e aumento do tônus muscular, problemas comuns em pacientes com lesão medular. A droga 4-aminopyridine incrementou entre 30% e 40% as funções pulmonares. E considerando que as infecções pulmonares são comuns e também causa frequente de morte em pacientes com lesão medular, a habilidade do 4-aminopyridine em fortalecer tanto os músculos respiratórios como diafragma e também a capacidade de expectorar, tossir e eliminar secreções, pode levar a redução da incidência de infecções pulmonares nesse grupo.
Dr. Segal avisou que 4-aminopyridine é contra-indicado em pacientes com lesão medular aguda devido ao risco de ocorrerem problemas na região afetada da medula.. Entretanto, ele disse que a droga pode ser considerada para pacientes com lesões há um ano ou mais. A droga é bem tolerada e não foram obervados efeitos colaterais sérios durante os 3 meses de experimento.
Dr. Segal também também destacou que o tratamento de longa duração com 4-aminopyridine, em que muitos pacientes do estudo inicial permanecem, talvez continue a melhorar as funções motoras e sensitivas. É o que suas observações têm sugerido.
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Pesquisadores da Universidade de Miami descobiram que as células do nervo olfatório do nariz, cuja função é transmitir os odores para o cérebro, podem ajudar na recuperação de lesões medulas.
Estas descobertas do Miami Project to Cure Paralysis (Universidade de Miami), publicadas em maio no Journal of Neuroscience, é uma nova alternativa ao esforço mundial para desenvolver um método para reverter a lesão medular.
A paralisia é irreversível porque as células nervosas no cérebro e medula não se regeneram naturalmente. As fibras nervosas saudáveis atuam como fios elétricos carreando menssagens do cérebro para o restante do corpo e vice-versa. Uma lesão medular pode interromper esse circuito e os cientista até o momento são incapazes de estimular as fibras nervosas a reconectarem-se e restaurar a transmissão dos impulsos nervosos.
Uma das mais promissoras técnicas envolve o transplante de células capazes de se regenerar, como aquelas oriundas do sistema nervoso periférico(presente nos músculos, braços e pernas).
Os pesquisadores têm obtido sucesso na regeneração de fibras nervosas através do implante de nervos periféricos. Entretanto, proteínas existentes na medula atuam impedindo a regeneração e o crescimento das fibras nervosas e sua conexão com as células além do local da lesão.
Em pesquisas com ratos de laboratório, Mary Bartlett Bunge e colegas do Miami Project descobriram que células nervosas olfatórias são capazes de crescer sob a presnça de proteínas que normalmente bloqueiam o crescimento de nervos. As células olfatórias avançam na medula e as fibras nevosas crescem com elas. Os pesquisadores descobiram que fibras nervosa cresceram duas polegadas na medula de ratos.
Segundo o D. Wise Young, um dos mas conceituados neurocientistas americanos, essa descoberta é muito interessante pois as células utilizadas nessa pesquisa podem ser encontradas em qualquer cavidade nasal. Afirmou também estar otimista que essa e outras técnicas, associadas ou não, poderão ser utilizadas em experimentos clínicos com humanos em 1999. Os avanços recentes tiveram grande impulso quando em 1990 o Dr. Schwab descobriu que o anticorpo IN-1, utilizado para neutralizar proteínas que impedem a regeneração nervosa, era capaz de promover a regeneração da medula. Desde então, a cada ano o número anual de grandes avanços científicos nessa área aumenta. Até 1995 ocorria um grande avanço por ano. Em 1996 foram 2, em 1997 foram 3 ou 4 e em 1998 acredita-se que serão poduzidos um total de 8 novas descobertas.
Médicos realizam o primeiro transplante de células do cérebro.(16/07/98)
PITTSBURGH, 02 de Julho (CNN) - Pesquisadores da Universidade de Pitsburgh anunciaram quarta-feira a realização do primeiro transplante de células do cérebro humano chamados neurônios em uma vítma de derrame cerbral.
Se o experimento for bem sucedido, os pequisadores acreditam que a técnica possa ser usada para restaurar funções em pessoas cujos cérebros tenham sofrido lesão.
O procedimento foi realizado no dia 23 de junho em uma paceinte de 62 anos vítma de derrame, que é incapaz de mover o lado direito do corpo e que mal fala.
Os pesquisadores disseram-se esperançosos que os neurônios transplantados irão crescer e substituir aqueles danificados no cérebro da mulher e que não funcionam desde o derrame. Os pesquisadores não estão certos de quanto tempo irá levar até poderem observar os resultados, mas acreditam que levará de dois a três meses, talvez mais.
Primeiro procedimento do tipo em humanos
Embora esta seja a primeira vez que tal procedimento é realizado em humanos, estudos em animais vêm obtido resultados promissores. Levará muitos anos, entretanto, antes deste procedimento estar amplamente disponível. No momento estão sendo feitos apenas experimentalmente num grupo de pacientes.
Os neurônios implantados foram produzidos pela Layon Bioscience.
Gary Snable, seu presidente e fundador, disse que os neurônios vieram de um paciente que teve câncer testicular na década de 70. O câncer alcançou os pulmões e formou um tumor que deu origem a diversos tipos de células, incluindo neurônios.
Pesquisadores vêm reproduzindo e trabalhando com esse tumor por muitos anos. Neurônios derivados dessa linha de células originária desse tumor, mostraram-se funcionais como os neurônios normais e em modelos animais jamais tornaram-se câncer novamente.
Progressos, porém muito mais estudos são necessários em humanos
Layton Bioscience espera usar esses neurônios para muitos propósitos. Eles estão primeiramente testando em pacientes com derrame, mas esperam também usar para o tratamento da doença de Parkinson, traumatismo cerebral e lesão medular. Estudos ainda iniciais mostram-se promissores no tratamento da lesão medular, porém muitos estudos ainda precisam ser feitos.
A pesquisa é muito similar as pesquisas da doença de Parkinson que utilizam tecido fetal, há porém algumas diferenças importantes. Obter suficiente tecido fetal para transplante é difícil, controverso e as células transplantadas não duram muito.
Neurônios como estes implantados na paciente com derrame são embrionários, porém prontos para se especializarem no tipo exato de células usadas pelo cérebro. Em testes animais, isso tem permitido aos neurônios ligarem-se a outras células do cérebro com muito mais eficiência.
Animais de experimentação tiveram derrames produzidos artificialmente, com consequente redução das funções motoras e de memória. Tratamento com esses neurônios reverteram grandemente esses problemas. Os pesquisadores disseram-se esperançosos de finalmente serem capazes de multiplicar neurônios derivados de cada paciente e injetá-los de volta, porém os estudos ainda estão longe do objetivo.
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Novo procedimento aumenta as esperanças dos portadores de lesão medular.(09/07/98)
By JUDY SIEGEL
REHOVOT (01/Julho) - Cientistas do Instituto Weizmann de Israel conseguiram restaurar parcialmente o movimento das patas traseiras de ratos cujas medulas haviam sido seccionadas.
Os resultados desse experimentos, considerados promissores pelos cientistas, foram publicados na edição de julho do respeitado jornal Nature Medicine.
Esses resultados, obtidos somentente em ratos, requerem pesquisas adicionais para que o novo tratamento esteja disponível para humanos.
Estas descobertas aumentam as esperanças dos para e tetraplégicos quanto ao desenvolvimento de terapias que lhes ofereçam melhoras em sua funções neurológicas.
Os cientistas afirmam que planejam realizar experimentos clínicos em seres humanos após terem conduzido experimentos em animais cujas medulas tenham sido lesionadas parcialmente, como ocorre na maioria dos casos em humanos.
Certas espécies animais como alguns peixes, são capazes de reparar tanto a medula quanto o cérebro após uma lesão, restaurando as funçoes perdidas. Nos mamíferos porém, inclusive os humanos, isso não ocorre, apenas seus nervos periféricos são capazes de se regenerar. Com isso, as vítimas de lesão tanto na medula quanto no cérebro têm sequelas permanentes.
Segundo a Dra. Schwartz, que trabalha há 15 anos no campo da regeneração nervosa, essa incapacidade dos mamíferos em restaurar naturalmente o seu sistema nervoso central pode ter sido a consequência da evolução de mecanismos necessários aos mamíferos para proteger o seu cérebro do seu próprio sistema imune.
Embora as células do sistema imunológico normalmente ajudam a reparar os tecidos danificados, caso chegassem ao cérebro essas células poderiam interromper a dinâmica e complexa rede de neurônios que ali se desevolvem.
Quando os tecidos sofrem lesão, células do sistema imune, chamadas micrófagos, dirigem-se em grande número para o local da lesão e lá removem as células e liberam substâncias químicas para promover a recuperação. Porém, quando o sistema nervoso central dos mamíferos sofre lesão, ele não é auxiliado pelo sistema imunológico.
Schwartz descobriu que isto se deve a um mecanismo nos mamíferos que suprime os micrófagos, que por sua vez alcançam os locais da lesão em menor número e não são ativados quando lá chegam.
Como resultado dessas descobertas, a equipe de cientistas procurou aumentar a pouca habilidade que o sistema nervoso central possui em recrutar e ativar os micrófagos..
Eles isolaram células imunológicas de ratos e as incubaram em tubos que continham nervos periféricos danificados. O macrófagos foram ativados quando receberam os "sinais de socorro" dos nervos.
Os pesquisadores então retornaram os macrófagos ativados para o local lesionado da medula dos ratos; onde as células de defesa criaram um ambiente de crescimento ao redor do tecido lesionado.
Passados dois meses após a lesão medular, 15 dos 22 ratos tratados obtiveram recuperação parcial, com fibras nervosas regeneradas no local da lesão. Os ratos recuperaram parcialmente a atividade motor em suas patas previamente paralisadas. Não apenas puderam mover as patas como muitos foram capazes de colocar seu peso nelas.
Embora uma equipe de pesquisadores na Suécia, por exemplo, tenha restaurado alguma atividade em ratos paralisados através do implante de nervos periféricos nas medulas seccionadas, a técnica do Insituto Weizmann é bastante promissora e inovadora por promover nos animais um mecanismo de auto-reparação e oferecer a opção de usar para tal fim as células do próprio indivíduo.
A divisão de transferência de tecnologia do instituto, Yeda Research and Development Company, solicitou patente para o novo tratamento. Ela também assinou um acordo de licenceamento com a Proneuron Biotechnology Ltd., uma companhia nova no parque industrial Kiryat Weizmann, vizinho ao instituto.
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Esperanças de cura das doenças dos nervos.(24/05/98)
Origem: the Melbourne Age newspaper, May 2 1998. By TANIA EWING (SCIENCE EDITOR)
Um cientista de Melbourne desenvolveu um tratamento pioneiro no mundo que poderá resultar na reversão de doenças debilitantes dos nervos como a doença de Alzheimer e doenças nervosas motoras.
A pesquisa, que deverá ser testada em humanos dentro de 12 meses, marca a primeira vez que a destruição das células nervosas foi prevenida.
Dr Graham Barrett, um pesquisador do departamento de fisiologia da Universidade de Melbourne, vem trabalhando nesse tratamento há seis anos.
Ele diz que os resultados - mostrando que camundongos que tiveram nervos da espinha e de outros locais seccionados, podem readquirir mobilidade plena - irão se repetir em humanos.
"Quando nós começamos a obter ótimos resultados (com a reversão dos danos nervosos), eu acreditava que tivessemos 20% de chances de testar esta técnica em humanos", ele disse a jornal The Age. "Agora eu acredito que temos mais de 50% de chances, o que é muito para esse tipo de pesquisa."
O estudo do Dr Barrett's é focado numa proteína chamada p75, encontrada na sperfície de muitas células nervosas. Estas células permanecem vivas enquanto o hormônio chamado NGF está unido a proteína p75.
Quando os níveis de NGF decrescem, como ocorre em idades avançadas, a exposição da molécula p75 desencadeia a morte das células.
Após um acidente ou em doenças degenerativas como Alzheimer, o suprimento de NGF é suprimido. Pesquisadores tentaram, sem sucesso, manter os niveis de NGF logo após acidentes, para impedir a morte neuronal.
O Dr. Barrett tem focado os estudo na molécula p75. Ele e sua equipe desenvolveram uma droga que interrompe este processo.
O cerebro e o sistema nervoso possuem um sistema próprio de circulação do líquido céfalo-raquidiano, que é quase completamente separado do sistema sanguíneo. Por causa disto sempre é difícil introduzir drogas no cérebro. ( o líquido céfalo-raquidiano é produzido no plexo coróide, dentro do cérebro, como um produto da filtração do sangue e depois de circular pelos ventrículos cerebrais e pelo espaço sub-aracnóide, é devolvido ao sangue. O que ocorre é que nem sempre é fácil a passagem de substâncias do sangue para o cérebro, principalmente aquelas de peso molecular mais elevado e que não cruzam a chamada barreira hemato-encefálica).
Tratamentos que injetam a droga na veia não viajam adequdamente até o cérebro e injetar drogas no fluido cérbro-espinhal é perigoso.
Trabalhando com o Dr Surindar, do departamento de anatomia da Uniersidade de Monash, Dr Barrett desenvolveu um sistema que libera droga no cérebro ou no local lesado da medula. "Nós estamos otimistas que podemos modificar a droga e então será possível atravessar a barreira hemato-encefálica - e temos evidências disso", ele disse. A modificação - que tem como alvo a p75 - já foi patenteada..
"Os resultados têm sido chocantes. Em experimentos com ratos portadores de doença nervosa motora (experimentalmente induzida), obtivemos 90% de recuperação," ele disse. Doenças nervosas motoras são particularmente debilitantes, matando um australiano todos os dias.
Quando Dr Barrett deparou-se pela primeira vez com a idéia que prevenir a ação da p75 poderia interromper a morte das células, ele foi tão cético que colocou os experimentos de lado, acreditando que era uma coincidência.
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Boas novidades nos experimentos pré-clínicos com a droga 4-AP.(15/03/98)
Origem: Journal of the International Medical Society of Paraplegia (March, 1998)
Texto não traduzido. Para ler assim mesmo, clique aqui.
Células nervosas humanas tratam lesão cerebral em ratos(28/02/98)
Origem: Experimental Neurology (February, 1998)
NEW YORK (Reuters) - Novo estudo em reatos sugere que células nervosas humanas derivadas de tumor malígno e tratradas de forma especial, talvez sejam uma alternativa ao uso de tecido fetal como fonte de células nervosas para tratar danos cerebrais.
Quando estas celulas nervosas, chamadas de NT2N, foram transplantadas para o cérebro de ratos com lesão cerebral, os animais demonstraram melhoras em testes de funções neurológicas, afirmou reportagem do Jornal Experimental Neurology.
Transplantes com tecido fetal têm sido realizados com algum sucesso para tratar pequeno número de pacientes com doença de Parkinson, porém, esse tecido é difícil de se obter e seu uso é controverso. Além disso, o tecido fetal humano não pode ser armazenado congelado, portanto, "há um reduzido período de dois dias entre a coleta e o transplante do tecido fetal devido a diminuição da viabilidade destas células no decorrer do tempo", observaram os autores do estudo, Dr Paul Sanberg e colegas da University of Pennsylvania.
Nesse estudo, os pesquisadores usaram células oriundas de um tumor malígno humano chamado teratocarcinoma. Eles tratraram as células tumorais com ácido retinóico de modo a fazer com que estas células se diferenciassem em diferentes tipos de células, entre esses tipos a células nervosas NT2N. De acordo com o estudo, testes indicam que estas células tratadas podem sobreviver e funcionar no cérebro receptor por mais de um ano sem o aparecimento de câncer.
As células tratadas foram transplantadas em ratos com danos cerebrais decorrentes da interrupção temporária do fluxo sanguíneo para o cérebro, um problema similar ao que ocorre no homem.
Esses ratos transplantados com NT2N e tratados com drogas imunossupressoras apresentaram melhoras no aprendizado e nos testes de memória, bem como e suas habilidades para mover-se por um período superior a seis meses após o procedimento, momento no qual estes animais foram sacrificados. Os ratos que não receberam drogas imunossupressoras apresentaram melhoras por mais de dois meses após o procedimento, mas a partir daí os implantes degeneraram-se. Outros ratos que receberam placebo como tratamento não apresentaram qualquer melhora.
Enquanto um rato que recebeu transplante de tecido cerebral fetal desenvolveu tumor cerebral, nenhum dos ratos transplantados com células NT2N teve o crescimento de seu transplante fora de controle como ocorre no câncer. Além disso, os pesquisadores descobriram que tanto as células NT2N frescas como as congeladas trabalharam igualmente bem.
"É memorável a resistência ao congelamento do tecido usado no transplante", disse Sanberg em comunicado liberado University of Pennsylvania Medical Center. "Tecido fetal cerebral congelado não sobrevive muito tempo após o descongelamento," disse Sanberg, que é professor e pesquisador em neurocirurgia.
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